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(01/01/2019)
PSB de volta ao Governo do Espírito Santo


casagrande_maos-5941890O povo pediu, ele voltou. O pedido de “volta Casão” ecoado por todos os cantos do Espírito Santo nos últimos anos chegou ao fim nesta terça-feira (1) com a posse do governador Renato Casagrande e da vice-governadora Jacqueline Moraes. A cerimônia, que aconteceu durante sessão solene na Assembleia Legislativa, durou pouco mais de uma hora e contou com a presença de aproximadamente 400 convidados.


49512232_2091828201107276_6084747259927330816_nEm discurso, Casão disse que os eleitores deixaram um recado importante nas urnas: “Os capixabas, assim como os brasileiros, deixaram nas urnas o desejo de mudança. Não serão toleradas práticas que possam colocar em risco o funcionamento da União. Foi com base nesse desejo de mudar, que compus minha equipe, trazendo lideranças novas e pessoas experientes”.


Depois da solenidade na Assembleia, Casagrande e Jacqueline seguiram para o Palácio Anchieta, onde aconteceu a cerimônia de transmissão do cargo. Jacqueline Moraes, que é a primeira mulher a assumir a vice-governadoria no Espírito Santo, chegou primeiro e foi aplaudida pelo público que aguardava pela solenidade.


Renato Casagrande chegou em seguida e cumpriu a tradição de passar em revista a tropa, além de cumprimentar as autoridades militares presentes. Dentro do Palácio, no salão São Thiago, os convidados esperavam para acompanhar a transmissão da faixa. O agora ex-governador Paulo Hartung fez a entrega e se retirou logo em seguida, conformo o protocolo. A cerimônia durou quase duas horas.


Desafios


casagrande_de_faixa-5941884Renato Casagrande falou dos desafios e o que pretende fazer nos próximos anos: “Enfrentaremos anos de muita incerteza, mas estamos muito animados, determinados e com um bom plano de ação, com muitas parcerias, uma equipe muito bem articulada. Tenho certeza que as parcerias que faremos produzirão resultados objetivos e teremos um governo que apresentará e entregará muitos resultados à sociedade capixaba.


Missão


Casão também frisou a diferença entre político por profissão e político por missão:  “Essa faixa tem um nível de responsabilidade muito grande. Costumo dizer que a política como profissão é a pior das profissões. Não tem dia, hora, sábado ou domingo. Quem quiser ir para a política como profissão é melhor achar outra, que é mais cômodo. Mas como missão é a melhor das missões, quando se está buscando a justiça. E nada que se faz sem amor vale a pena. E essa é a missão que vocês me deram”.